Desabafos Parentais: Mãe Marina e a Aventura da Alimentação

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Sou mãe do Leonardo de 18 meses e a alimentação tem sido, ao longo deste ano e meio juntos, uma questão difícil em intervalos regulares. No inicio foi a amamentação que não correu bem e o Leonardo perdeu um pouco mais de peso do que o esperado (ainda recordo, com grande vivacidade, a suas pernas pequeninas motivo pelo qual lhe demos o nome de “pernas de galinha” que perdurou durante algum tempo…). Nessa altura, evidentemente, sentia-me responsável porque era eu, e mais ninguém, que não conseguia dar-lhe o alimento necessário. Ele acabou por recuperar rapidamente mas penso que a minha ansiedade sobre se ele estará a comer o suficiente começou nessa altura.

O segundo momento mais difícil começou quando o Leo tinha 5 meses e eu começava a preparar-me mentalmente para o deixar no infantário. De repente, começou a recusar o biberão. Tentámos de tudo – biberões diferentes, posições diferentes, o meu marido a tentar alimentá-lo, etc. Mas nada parecia resultar até que um dia o Leo decidiu por si que já queria o biberão novamente… Calculo que deveria ter percebido nesse momento que, no que diz respeito à alimentação, o Leo é quem manda e que se ele não quiser comer, não há muito que eu possa fazer! Mas foi muito difícil para mim, simplesmente relaxar e perceber que é sempre uma situação passageira e não me preocupar muito com o assunto. Imaginava que ele passaria fome o dia todo enquanto eu estivesse no trabalho e que o nosso “pernas de galinha” apareceria de novo… Isso não aconteceu. Depois de um mês muito difícil em que li tudo o que havia sobre o assunto, o Leo começou a mamar o biberão novamente. Ainda hoje bebe leite antes de se deitar e é, provavelmente, a sua refeição preferida!

O nosso terceiro período mais complicado começou há cerca de um mês. O Leo come, praticamente, o mesmo que nós e, até ao momento, tudo tem resultado muito bem. Está um menino muito crescido que tem comido sempre muito bem no infantário e que não tem sido muito esquisito em relação ao que gosta ou não gosta. Mas isso alterou-se. De repente, começou a demonstrar de forma muito clara, todas as vezes que o alimentamos, que não quer comer. Abana a cabeça, afasta a colher com a mão e dá-nos os pratos que lhe colocamos à frente para o encorajar a comer sozinho. Tem sido sempre assim cada vez que tem de comer. Mais uma vez, tentámos tudo e na maioria das vezes conseguimos fazer com que coma pelo menos metade daquilo comia antes, mas alimentá-lo começa a ser um momento de angústia – tenho a certeza que o Leo sente isso, também, e, julgando pelas outras vezes, devíamos perceber que se trata apenas de uma fase que acabará por passar. Por vezes resulta deixá-lo comer algo sozinho ou entretê-lo com um brinquedo. Outras vezes, mostramos-lhe bonecos animados ou misturamos a comida com a fruta (que ele adora mas já aprendeu a ver se a colher tem comida misturada). O que nunca resultou, como é evidente, é forçá-lo a comer. Desta vez, também li dezenas de artigos sobre alimentação, falei com amigos, etc, e todos dizem a mesma coisa – as crianças não morrem à fome e se não comer hoje, vai comer mais amanhã. Consigo perceber isso mas, emocionalmente, sofro muito quando ele não come e é muito difícil para mim aceitar isso.
Esta fase, esperamos, parece estar a passar. Está a comer melhor novamente, não tanto como anteriormente, mas alimentá-lo já não é a batalha que costumava ser e começo a sentir-me mais tranquila sobre o assunto.

Conversas Com os Pais - Comentários

A Familia Gonçalo, Cristina e Luís partilharam a sua experiência e dúvidas connosco:

«Quando é que os bebés começam a brincar?
O que é para os bebés brincar?
Quais as competências dos bebés para brincar?
Qual a importância de se brincar com os bebés?
Relativamente ao período de observação, elaborada nos momentos NIB, mais a frente irei fazer os meus comentários. Gostaria de em primeiro lugar relatar algumas brincadeiras que o Gonçalo fazia ainda na minha barriga. Na ecografia das 12 semanas, o Dr. Rui, estava fulo, pois tinha que fazer determinadas observações e medições bastantes importantes e o bebé, não parava de dar cambalhotas e de se mexer, o Dr. chegou a comentar “o bebé está a gozar comigo” (gozar = brincar). Mandou-me vestir e ir para os corredores andar para ver se o bebé se acalmava, adormecia. Depois lá conseguiu efectuar o exame.
Na ecografia das 22 semanas, a Dr. Margarida, fartava-se de rir, pois tinha determinadas observações, medições e contagem de membros para fazer, e mais uma vez o bebé não parava de mexer e virar de costas, a Dr. chegou a comentar “o bebé é mesmo engraçado, não para quieto”, (engraçado = brincar). Mesmo assim conseguiu efectuar todo o exame.
Outro exemplo, o bebé estava a mexer-se muito, eu chamava o Luís para ele colocar a mão na barriga e sentir, e o bebé parava automaticamente de se mexer. Brincalhão!
Podia contar mais histórias, mas fiquemos por aqui.
As observações dos momentos NIB, entre o período de Fevereiro 2009 (Gonçalo 3 meses) até Julho 2009 (Gonçalo 8 meses). Durante este período, apercebi-me e dei mais importância ao que seria o brincar do bebé, recordei algumas situações passadas, nos primeiros meses de vida do bebé e estive mais atenta, dai para a frente.
Depressa cheguei à conclusão que as brincadeiras do Gonçalo depois de nascer eram as mais normais, eram todos os períodos de prazer, de comunicação (vocalização de sons), de diversão (com algum brinquedo ou parte do corpo), de felicidade (gesticulação corporal), bem-estar, boa disposição, etc.
Com os momentos NIB, aprendi que os bebés têm os seus ciclos, os seus tempos, os seus momentos de atenção. E isso é importante aprender, para os compreendermos melhor, mas existem rotinas, horários, hábitos que devem ser impostos e cumpridos pelos bebés, para assim viver em harmonia, tirar partido da vida, do brincar.
Há que saber engrenar muito bem estas duas (neste caso três) rodas dentadas, para que o movimento se dê na perfeição. Uma coisa é certa não existe perfeição, mas existem arestas que podem ser limadas e existem dentes que podem ter mais ou menos folgas. E assim sim, podemos iniciar o movimento e prosseguir caminho. Mas existem obstáculos, que não favorecem o bom funcionamento desta engrenagem. Existem pisos irregulares, existe atrito, existem avarias. Mas com o conhecimento que fomos adquirindo, ao longo da caminhada é mais fácil contornar estes obstáculos.
E ai entra a criatividade, a imaginação, a comunicação, o brincar, para que o relacionamento se torne sustentável, saudável, harmonioso, etc.
Com isto, o que quero dizer é que “a brincar, a brincar se dizem as verdades”, isto é, a brincar se pode levar uma vida saudável sem agressividade, com um bom relacionamento – prazer, felicidade, bem-estar.
Todos estes conceitos estão em constante mutação, não são efémeros. Assim como as brincadeiras também se alteram com avançar das semanas. É extremamente importante saber acompanha-las e estar atenta.
Factos reais, os bebés têm as suas preferências, porque procuram quem lhes dê segurança, quem os deixe fazer tudo, quem lhes dá “espaço”, quem está no seu ritmo, quem transmite calma e serenidade, quem conhece e faz as suas brincadeiras preferidas, ou porque simplesmente sente empatia.
O Gonçalo tem uma ligação muito forte com o pai e em geral prefere os homens, avô, tios, primos, amigos (as vozes, a pele da cara, a serenidade, o cheiro, o colo, etc.). Também respeita mais facilmente o pai, cumprindo as suas ordens e obedecendo. Porque razão? Não sei.
A ligação do Gonçalo com a mãe (e outras mulheres tias, primas, educadora) é mais de afectos, carinhos e reposição de confiança no meio de uma brincadeira. Também brinca com a mãe. De uma forma geral, uma tarefa executada pela mãe dá sempre mais trabalho, faz birras, tenta impor a sua vontade, dificulta. Porque razão? Ainda não sei.
Concluindo, o Gonçalo é um bebé sereno, calmo e tranquilo.
Mas ao mesmo tempo, está sempre pronto para a brincadeira (chega a combater o sono); está sempre feliz (bem disposto e a sorrir para todas as pessoas, mesmo com sono ou fome); está sempre atento e é bastante observador, explorador; está sempre a falar (mesmo quando brinca sozinho ou quando vê TV); é muito activo, não pára e pede atenção.
O Gonçalo não é esquisito (adora a inter-acção), brinca, fala, come e dorme em qualquer lado, e por vezes com qualquer pessoa.
Para o Gonçalo quanto mais maluca, barulhentas e mais gente e alegria tiverem as brincadeiras melhor».

Conversas Com os Pais - Comentários

Iniciamos, hoje, a publicação de alguns textos que nos têm chegado com comentários sobre o trabalho que desenvolvemos no NIB. A Mãe Madalena quis partilhar connosco o que tem sido para ela e para a sua família os momentos que partilha connosco. Este é o texto que nos enviou:

«Já não sei dizer se a discussão do grupo se manteve fiel ao programa definido para os encontros que têm acontecido desde 26SET2009 no NIB. Penso que o que mais importava reter do tema permanece, por certo, no espírito de todos aqueles que têm partilhado o chão da sala do NIB: “Na relação com os nossos filhos sugere-se menos disciplina e mais consenso”. Constatamos, com alguma perplexidade, que na relação com as crianças, os adultos (não necessariamente crescidos) continuam a tratá-los como menores. Menores no sentido de terem menos razão / inteligência / capacidade de aprender / perceber o que lhes é transmitido, o que os rodeia. Estou convencida de que o que somos enquanto “pessoas” depende quase tudo (confesso: eu acho que é mesmo tudo, mas aceito que esta afirmação dá forte susto! É que nos mete nos ombros uma gigantesca responsabilidade!) depende do “alimento vivencial“ que lhes vamos proporcionar: que experiências, que afectos, que relações, que pais, que amigos, que escolas, que artes, que conversas, que livros, que cheiros, que atenções, que passeios, que descobertas, que segredos, que olhares…
E é por aqui que, aceitando a essencialidade da disciplina em contextos bem determinados … tivemos – sentados no chão do NIB - dificuldade em pronunciar a palavra disciplina alto e bem articulada. Talvez porque estávamos a associar o uso da disciplina a quem não tem capacidade de discernir, de compreender.
Sentados no chão no NIB, reflecte-se com outra perspectiva:
     Educar no e para o consenso – implica mais tempo.
     Educar no e para o consenso implica tempo para conversar, para explicar porque tem de ser assim e não de outra maneira; implica tempo para aprender a escutar os argumentos dos nossos filhos sem os interromper nem antecipar o que vão dizer e depois mais tempo para voltar a contra argumentar e a propor alternativas.
     O consenso cria um clima de tolerância, ensina a ultrapassar a frustração; fortalece a auto estima porque a criança cresce no respeito pela sua opinião, pois mesmo que não seja feita a sua vontade ela é ouvida, há uma razão para o “não”, e percebe a tentativa de se encontrar uma solução».

Obrigado, Mãe Madalena, pelas suas palavras encorajadoras e de partilha de aprendizagens e experiências. Esperamos poder continuar a contar com o seu entusiasmo!

Workshop "Menos Disciplina, Mais Cooperação"

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010


Workshop Momentos Nib

Conversas Com os Pais
«Menos Disciplina,
Mais Cooperação»

Núcleo de Investigação do Bebé

e

Ateliê Momentos NIB
À Descoberta
do Movimento
Sala do Brincar

Sábado, 30 Janeiro 2010, das 12h às 13h30m
 

«O meu filho está terrível. Socorro! Já não sei o que hei-de fazer». Continuamos com este tema tão importante como é o da disciplina. Será que realmente os nossos filhos precisam de mais disciplina? O que é isso de disciplinar?
 
O NIB propõe, mensalmente, Conversas com os Pais, onde a partilha de experiências, de questões e de estratégias pretende estimular o potencial relacional e criativo que cada família possui.

Com a sua filosofia inovadora, o NIB pretende colmatar a necessidade de um espaço de conversa sem tabus, sem regras pré-definidas, onde a espontaneidade do sentir acompanha a palavra.

Apoiados nas suas investigações com famílias na Sala do Brincar, o NIB apresenta uma nova leitura das relações pais e filhos, onde a tónica é a cooperação, sublinhando a importância relacional da confiança e do entusiasmo pela descoberta do outro.

Venha conversar connosco e traga o seu filho para participar no Ateliê Momentos NIB: «À Descoberta do Movimento», para crianças entre os 18 meses e os 5 anos.    


Morada: Av. Da República, nº 36 A, 6º Esq. 1500 – 123 Lisboa
Workshop para pais: 12,50 euros por pessoa
Ateliê para crianças: 5 euros por criança (18 meses - 5 anos).
Número mínimo de inscrições: 4 adultos.
Marcação prévia em
: bebebrincar@gmail.com


Estamos à sua espera!

Momentos NIB para Profissionais da Relação

sábado, 9 de janeiro de 2010

Cabe a todos nós, técnicos e pais, zelar pelo melhor desenvolvimento dos nossos filhos.
Sabemos que são as relações intersubjectivas precoces que criam ou mesmo potenciam os processos vinculativos que estão na base do desenvolvimento humano saudável. Não nos caberá igualmente fazer com que os adultos com que os nossos filhos interagem ao longo do seu percurso sejam peritos na relação?

A proposta NIB passa pela formação dos técnicos da educação, da saúde, psicólogos e psicoterapeutas É um projecto que assenta num novo conceito - a formação vivenciada - pelo que os educadores são convidados a participar nos Workshops dirigidos aos pais e nos Ateliês dirigidos a bebés e crianças, filmando toda a sessão. A ideia base é que os formandos acompanhem as sessões que a equipa NIB realiza semanalmente com grupos de pais e crianças, participando neles directamente, com o objectivo de, posteriormente, transformar as suas ideias num artigo a ser publicado num livro do NIB.

Esta formação dirige-se preferencialmente a técnicos que possam implementar a Metodologia NIB – Momentos NIB, Nascer, Inovar e Brincar – em seus locais de trabalho.
Apostamos num conhecimento partilhado.

Destinatários: Técnicos de saúde, psicólogos e psicoterapeutas, educadores e outros agentes promotores da relação.
Preço: 50 euros por Workshop
Frequência: 1 vez por mês por cada grupo 
Duração: 1 ano
Número de Participantes: 2 por grupo de pais; 1 por grupo de crianças.

A análise e discussão das filmagens: Dezembro, Março e Junho de 2010.
Supervisão por parte da equipa NIB: ao longo do processo formativo, mensalmente, onde o trabalho quer de análise dos vídeos, quer das questões teóricas acerca da capacidade intersubjectividade, processos de vinculação e desenvolvimento da capacidade de brincar é complementado com o trabalho psicoterapêutico desenvolvido pela equipa NIB com pais e bebés.
   
A formação baseia-se em cinco momentos distintos:
  • Observação participativa dos Workshops Momentos NIB para Pais
  • Observação participativa dos Ateliês Momentos NIB com Crianças
  • Observação em vídeo do trabalho terapêutico (Terapia Momentos NIB) desenvolvido pela equipa NIB com pais e bebés em conjunto como fonte de discussões clínico/ teórica. Supervisão e Formação na metodologia Terapêutica Momentos NIB.  
  • Análise e discussão clínica / teórica do trabalho realizado pelo grupo. 
  • Em Setembro de 2010 os formandos são convidados a apresentar um artigo em conjunto.

Posteriormente, aquando da conclusão da formação e correspondente artigo, cada elemento poderá vir a ser convidado para fazer parte da equipa NIB. Por outro lado, caso pretenda utilizar a nossa metodologia na sua actividade profissional (Terapia NIB/ Workshops clínico-pedagógicos), deverá assumir a responsabilidade de fornecer dados ao Núcleo de Investigação do Bebé, para futuras investigações.

Workshops Momentos NIB para Pais na Sala do Brincar: Conversas Com os Pais

Para a sala do brincar, a nossa sede de investigação, convidamos os pais a virem debater as suas problemática, nesta árdua função para a qual ninguém nos prepara, para a qual não existe um manual ou livro técnico suficientemente esclarecedor: a de sermos pais.

Sob o signo da partilha, sem a culpabilização que a Teoria Psicológica nos vem sobrecarregando os ombros, estamos abertos à diferença, ao debate e troca de experiências parentais e conjugais. Pretendemos formar grupos de pais que vão percorrendo os vários temas que temos preparados para eles, ao mesmo tempo que procuramos que estes criem os seus próprios assuntos de debate, com base nas suas próprias vivências, e que com certeza irão ao encontro das necessidades dos outros elementos dos grupos. É nossa função fornecer um ambiente contentor onde a relação entre todos possa fluir de forma a que a relação vinculativa com os nossos filhos possa sair beneficiada. Assim todos ganhamos saúde!

Em simultâneo com estas “Conversas Com os Pais”, teremos um espaço para os seus filhos: os Ateliês Momentos NIB. O NIB propõe ateliês muito divertidos, onde o brincar - através do movimento, da música, do desenho – é o principal veículo de conhecimento das emoções e do desenvolvimento das competências globais da criança.
 
Destinatários: Pais e filhos.
Preço: 12,5 euros por adulto; 5 euros por criança.
Frequência: 1 vez por mês para cada grupo.
Mínimo de Participantes: 4 pessoas
Máximo de Participantes: 10 pessoas

Temas:
“Dentadinhas de Amor”
“Saber Brincar”
“Conversas sobre a Vinculação e Interacções Precoces”
“Desenvolvimento Saudável”
“Sinais de Alerta”
“Menos Disciplina, Mais Cooperação”
“Ser pai e ser mãe pela primeira vez. E agora?”
“Birras entre irmãos. O que fazer?”
“Cuidar dos pais em tempo de crise conjugal”
“À descoberta do movimento na relação com o outro” (para crianças).

Feliz Natal!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009



A Equipa do NIB deseja a todas as famílias portuguesas um

Feliz Natal,

repleto de boa disposição e recheado de brincadeiras.

Que neste Natal deixemos sair para brincar a criança que temos dentro de nós.

Como Brincam as Famílias Portuguesas?

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Lançamos este desafio! Queremos saber como brincam as famílias portuguesas!



A nossa capacidade de brincar
é o espírito do nosso potencial criativo.

Convidamos as famílias portuguesas a participar num novo projecto NIB: enviem-nos  textos acompanhados de vídeos, fotos ou outros suportes que vos pareçam adequados sobre jogos, brincadeiras, histórias e outros momentos que partilhem com as vossas crianças. Enviem-nos os vossos materiais para o e-mail: bebebrincar@gmail.com.

Gostaríamos de criar um registo das brincadeiras mais comuns nas famílias portuguesas.

A equipa NIB fará o seu comentário acerca do Potencial Criativo de cada família. Publicaremos no nosso blogue as brincadeiras que nos parecerem mais criativas. As famílias mais criativas serão convidadas a participar numa Festa NIB: um dia de brincadeira entre pais e filhos!

Participe e invista no potencial criativo da sua família.

Boas brincadeiras!


Proposta NIB Para as Creches

O NIB pretende formar pessoas na sua Metodologia Inovadora – os Momentos NIB, Nascer, Inovar e Brincar. O NIB, composto por técnicos da relação, pretende criar uma rede de partilha de conhecimento, vivências e experiências com técnicos, educadores e pais, cujo denominador comum seja precisamente a relação. A relação que estabelecemos entre nós, mas principalmente aquela que construímos com aqueles de quem tomamos conta, os nossos filhos e educandos.

Pretendemos afastar-nos do paradigma da culpa e da doença, criando, para isso, a Metodologia NIB com base na responsabilização, no ganho de saúde e no brincar, o motor de um desenvolvimento potenciador de relações saudáveis.

A proposta que fazemos às creches, jardins-de-infância, instituições de ensino ou outras, pais, educadores e técnicos em nome individual, baseia-se em três campos de intervenção distintos, embora com uma base comum. São os Workshops Clínico-Pedagógicos que se afastam das formações comuns, entrando num estilo interactivo entre todos os intervenientes, baseados em relações de confiança, onde impera a partilha e a mediação pelo brincar.

Workshops Clínico Pedagógicos na Creche

Em primeiro lugar, propomos a implementação de um ciclo de Workshops para pais na creche. Este conjunto de sessões com frequência quinzenal pretende discutir alguns dos temas mais frequentes nas problemáticas de pais e educadores, havendo uma vasta lista de temas de onde os pais poderão escolher aqueles que desejam ver debatidos em cada sessão. A nossa dinâmica inovadora permite, inclusivamente, que os pais possam escolher temas que a Equipa NIB poderá abordar em determinada sessão, mesmo que não constem da lista inicial. São precisamente esta construção conjunta e investigação constante  os catalisadores que motivam o trabalho do NIB dia após dia. Não somos os detentores do conhecimento, queremos construí-lo em conjunto.

Destinatários: Pais, técnicos e educadores
Preço: Os pais podem usufruir de um pacote mensal de 100 euros que inclui:
  • 2 Workshops para o casal
  • 2 Ateliês para 2 crianças
           Sem adesão ao pacote, o preço é de 30 euros por pessoa por Workshop/Ateliê

Frequência: Quinzenal
Duração: 1 ano
Mínimo de Participantes: 7 pessoas por grupo
Máximo de Participantes: 10 pessoas por grupo
Máximo de Participantes para as crianças: 7 crianças por grupo

Temas:
"Dentadinhas de Amor”
“Saber Brincar”
“Conversas sobre a Vinculação e Interacções Precoces”
"Desenvolvimento Saudável”
“Sinais de Alerta”
“Menos Disciplina, Mais Cooperação”
“Ser pai e ser mãe pela primeira vez. E agora?”
“Birras entre irmãos. O que fazer?”
“Cuidar dos pais em tempo de crise conjugal”
“À descoberta do movimento na relação com o outro” (só para crianças).

Queremos ir ao encontro das vossas expectativas. Para tal, aguardamos o vosso contacto através do nosso e-mail para marcação de visita e elaboração de propostas mais adequadas à realidade do espaço educativo em questão: bebebrincar@gmail.com

Estamos à vossa espera!

A Equipa NIB.

O Mundo das Massagens

É com enorme agrado que o NIB dá as boas-vindas a este parceiro:

As crianças apreendem o mundo brincando, experimentando, explorando, relacionando-se… E qual  a melhor companhia para esta aventura das descobertas e do brincar? O pais e a família, claro!... E não são necessários brinquedos caros ou artefactos que funcionem a pilhas — bastam materiais caseiros comuns e um pouco de criatividade para conseguirmos momentos bem divertidos em família!

Os Ateliers Pais e Filhotes vêm dar essa oportunidade, pais e bebés brincam, descobrem e sujam-se muito, sem preocupações e com muita diversão:
  • Pintura para bebés com tintas de legumes caseiras
  • Plasticina caseira para bebés 
  • Digitinta para bebés com tintas comestíveis
E muito mais...

Visite o blogue deste nosso parceiro e conheça todas as actividades propostas:

Vinculação

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O Atelier Momentos NIB de hoje não aconteceu na Sala do Brincar como era previsto. Tal como na sessão anterior só tivemos com um menino, desta vez o Diogo de 2 anos. Só que o Diogo não quis sair logo do colo da mãe e por isso ficou com ela na sala onde os pais e os terapeutas conversavam. As terapeutas da Sala do Brincar olharam-se perplexas a pensar: “E agora? Como vamos fazer?” A mãe do Diogo, adivinhando os nossos pensamentos, incentivou-nos dizendo: “Agora vão ter de o conquistar!” Ao colo da mãe, que estava de costas para nós, o Diogo podia, em plena segurança, “avaliar” a situação e quem sabe, as intenções daquelas três “crescidas” que olhavam e sorriam para ele.  Podia olhar e mostrar curiosidade ou, pelo contrário, esconder o rosto entre os cabelos da mãe; podia também afastar as nossas tentativas de aproximação com gestos claros como o da sua mão empurrando a minha ao mostrar-lhe os fantoches de dedo com que poderíamos brincar. Os olhos do Diogo até pousavam curiosos na bola que a Catarina e a Mariana faziam rolar em cima do pano de algodão, mas claramente ele ainda precisava de recarregar baterias no colinho da mãe que estava tão bom.
Mas afinal a sessão de movimento já tinha começado! Porque no NIB a aprendizagem que fazemos constantemente é essa: como podemos chegar ao outro, entendê-lo e ao mesmo tempo darmo-nos a conhecer e exprimir aquilo que sentimos. Decidimos então ficar na sala dos pais. Eu sentei-me ao lado do Diogo e da mãe e pude ir experimentando novas formas de interacção com ele. Tinha sempre o cuidado de deixar espaço aberto para que fosse ele, se quisesse, a continuar as minhas sugestões. Aos poucos, através de objectos que serviam de “ponte” entre os nossos espaços pessoais (onde nos sentíamos seguros e que era importante respeitar), fomos comunicando e visitando o espaço do outro. Por isso fiquei contente quando o Diogo, através de jogos muito simples de imitar/ ser imitado, surpreender/ mostrar-se surpreendido, começou a tomar a iniciativa de interagir comigo. Fomos desta forma ganhando o reconhecimento um do outro e com isso conquistando a nossa posição e afirmando o nosso “Eu”. Uso aqui de propósito o nós para mostrar o carácter de igualdade e de cooperação que o verdadeiro brincar, a meu ver, implica. Sem estarmos ao nível do outro não pode haver brincar (é outra coisa), mesmo quando brincamos aos pais e aos filhos, professor e alunos, ou medico e doente,  somos iguais nesse jogo de faz-de-conta, em que a imaginação de um ajuda a desenvolver e constrói-se com a imaginação do outro.
Tendo o colo da mãe como porto seguro (que gradualmente deixou de ser o foco da sua atenção e passou a ser facilitador e espectador do seu brincar) o Diogo começou a interagir cada vez mais comigo, primeiro através dos objectos, depois dos nossos corpos e dos seus ritmos próprios. O colo da mãe esteve sempre lá – disponível – permitindo ao Diogo chegar até a esquecer-se dele por instantes. Foi um belo exemplo do que entendemos por vinculação!
Assim tivemos duas sessões a acontecerem simultaneamente no mesmo espaço, conversas entre adultos e o brincar de uma criança com os seus movimentos próprios, como um núcleo onde o Nascer, o Inovar e o Brincar, ganham sentido.


Rita Gonzaga Gaspar

Aprender com a criança

terça-feira, 27 de outubro de 2009

O quanto as crianças nos ensinam se estivermos dispostos a aprender com elas! Gosto de pensar na interacção humana como um momento musical, sem maestro, claro! No início, observa-se uma atitude sobretudo exploratória de todas as partes, lançando para o ar sons/gestos/ideias. A reacção que se obtém do outro é modeladora e influencia os próximos sons/gestos/ideias. Ou seja, existe uma circularidade entre o sujeito e o ambiente em que se encontra, influenciando-se mutuamente. Não há só eu nem há só outro. Há um nós que se vai desenhando e que é único em cada par eu-outro. Existindo um espírito de cooperação e de desejo de interacção com o outro, a atitude inicial tem como objectivo encontrar uma musicalidade harmoniosa e fluida para ambos. Existe uma co-construção que tem sentido para ambas as partes. Neste sentido, podemos falar de uma intencionalidade prévia – de carácter intuitivo e pouco consciente – de comunicar/chegar ao outro. Faz parte da nossa característica de seres sociais. Quando este encontro acontece, sentimo-nos felizes e em comunhão com o outro. Acredito que muitas vezes esta musicalidade é perturbada pela falta de tempo, pela rigidez mental de um ou mais elementos, ou pela imposição de ideias pré-concebidas, que outra coisa não são do que estratégias para lidar com o medo de não saber. Mas, a verdade é que face a um outro não sabemos… temos primeiro que nos sintonizar com ele, de modo a conhecê-lo. A observação atenta e o silêncio cognoscente, assentes num interesse genuíno pelo outro, são lições que cedo aprendemos com os bebés. Quando estamos perante uma criança, esta atitude de espera e escuta interessada faz a diferença na construção relacional. As crianças depressa nos dizem que, neste mundo do brincar, a autoridade não é do adulto… é da co-construção da relação que vai emergindo. Foi isso que, nós terapeutas, aprendemos no ateliê de hoje. Só tínhamos uma criança, o que sem dúvida facilitou a nossa atitude de observação participante. Primeiro queríamos conhecer bem a criança e ver que “música” queria fazer connosco. Observámos que, inicialmente, existia uma confusão musical, à medida que todos os elementos vão lançando as suas ideias/sons para o ar. Nós, terapeutas, começámos por pegar nos temas do ateliê anterior e procurar alguma continuidade. O Tiago mostrou-nos que a brincadeira não tem agenda! É sobretudo regulada pela espontaneidade e pela criatividade do sentir naquele momento. Deixámo-nos conduzir por ele, sendo o nosso principal objectivo… não ter objectivo… apenas brincar livremente, saltitando de brincadeira em brincadeira. Tal como na relação mais precoce, o nosso entusiasmo era alimentado pela antecipação da surpresa que esperávamos na reacção do outro, que acrescentava mais qualquer coisa à nossa brincadeira. Foi assim que, como acontece quando se come cerejas, um gesto puxava uma ideia e desta surgia uma nova história, um novo movimento, ou seja, mais uns sons para a “pauta” relacional que compúnhamos. A atenção que tínhamos uns em relação aos outros ia funcionando como um sensor do estado afectivo do outro e impelia ajustes na nossa actuação. Sentia-se um grande respeito uns em relação aos outros. Lembro-me de quando, fingindo ser um rei leão, Tiago quis descansar um bocado e eu e a Rita quisemos continuar a brincar. O rei leão Tiago pôs claramente os dedos nos ouvidos para não nos ouvir. Nós percebemos a mensagem e continuamos a brincar, mas sem fazer barulho. O rei leão Tiago descansou. Depois, saltou do seu canto e veio para ao pé de nós e disse: Vamos brincar?

Equipa NIB
Catarina Rodrigues

Ateliê «Do Corpo ao Movimento»

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Olá pais e mães! Participámos hoje, dia 26 de Setembro, no mais novo projecto do NIB, o ateliê «Do Corpo ao Movimento». Éramos 4 crianças dos 2 aos 4 anos e as terapeutas Catarina e Rita. Quando chegámos à Sala do Brincar, uns de nós estavam curiosos com o que ia acontecer e observavam a Sala e as duas terapeutas, outros estavam tímidos e outros estavam excitados e corriam de um lado para o outro, indo e vindo da sala onde estavam os pais conversando sobre temas muito sérios. Para nos conhecermos melhor, a Rita e a Catarina propuseram-nos que nos sentássemos numa roda e, através de um movimento ou gesto, mostrássemos como nos estávamos a sentir. Ou seja, utilizámos o movimento e a expressividade facial como principal meio de comunicação dos nossos afectos. Este é um meio de comunicação que conhecemos bem e que utilizámos com excelência quando éramos bebés. Sabiam que aquilo a que os bebés estão mais atentos é à expressividade afectiva da face (e da voz) dos pais? Não é por acaso que os pais, nesta altura, colocam o bebé tão perto da sua face. Percebem intuitivamente a sua preferência pela face humana. E são os movimentos faciais a primeira coisa que os bebés imitam. Estão a registar afectos. De tal forma que, aos seis meses, os bebés são especialistas na face humana e no reconhecimento das emoções, usando com mestria esse conhecimento na sua interacção com o outro. Como era a primeira vez que estávamos juntos e ainda não nos conhecíamos bem, nada melhor do que uma brincadeira que permitia esta exploração através da comunicação não-verbal. Mas, o nosso sentimento de confiança dependia de irmos recarregar as baterias da segurança aos nossos pais. Por isso a porta da Sala do Brincar podia abrir-se sempre que precisávamos. Víamos os nossos pais e voltávamos, seguros. Mas, como aconteceu com um de nós, a nossa timidez podia fazer com que fosse imprescindível a presença de um dos nossos pais ao nosso lado. Não fazia mal. Sentimos que, na Sala do Brincar, cada um tinha o seu tempo e o seu espaço. Não havia pressa. A Rita e a Catarina iam propondo várias actividades, primeiro centradas no movimento, depois no desenho. Nós íamos dando também o nosso contributo e inventávamos movimentos diferentes e outro tipo de brincadeiras, que a Catarina e a Rita propunham sempre que todo o grupo imitasse de modo a irmos criando laços com uns com os outros. Por vezes, quando a alegria é muito grande – a isto chamamos felicidade - só nos apetece abraçar o outro e o mundo. Foi o que fez a Francisca já para o fim da sessão. Correu para abraçar a Rita e depois a Catarina. Estas sentiram o apelo da emoção e da união que aquele gesto tão simples e tão sentido significava e incentivaram outras corridas e mais abraços. Depois, chamaram os outros meninos e, à vez, todos correram ora para a Rita ora para a Catarina para darem e receberem um grande abraço. O Tiago, o Tomás e a Beatriz. É assim que acontece quando nos respeitamos e procuramos dar alegria e prazer ao outro. Recebemos o seu afecto genuíno. E quando o final da sessão espreitou por entre os ponteiros do relógio, todos sentíamos que podíamos confiar uns nos outros. Obrigada Beatriz, Tomás, Tiago e Francisca. Até à próxima sessão.

Equipa NIB

Catarina Rodrigues e Rita Gonzaga

Bem-vindos ao Bebé Brincar!

domingo, 11 de outubro de 2009

Nascido em 2006, o NIB (Núcleo de Investigação do Bebé) surgiu do entusiasmo de um grupo de pessoas, de uma urgência social de mudança e da pertinência de uma nova atitude na relação com os outros, e que tem como base a promoção da criatividade e da saúde. Esta mudança de paradigma na área da saúde mental – sair de uma perspectiva centrada no diagnóstico da doença para uma perspectiva centrada na saúde – tem como berço a relação de afecto e de aprendizagem criada com Coimbra de Matos, que nos ensinou a: Ganhar saúde! Porque a frustração e o sofrimento não ajudam ninguém a crescer!

Gerado em vários encontros, inicialmente sediados na Contemporânea (Clínica de Investigação e Desenvolvimento Psicológico, em Lisboa, cujo director clínico é o Prof. Dr. José Paz), onde a discussão e a liberdade de pensar e de criar eram os protagonistas e os anfitriões da nossa atitude relacional, o NIB conta, hoje em dia, com a presença de diferentes profissionais das áreas da saúde e da educação (psicólogos, psicoterapeutas, pedopsiquiatra, médico, educadores, professores e artistas). Pessoa que se foram conhecendo e acolhendo sonhos, projectos e desafios que pudessem trilhar o caminho do “ir sendo na aprendizagem com o outro”.

Um percurso que já conta com 10 anos de experiência nos mais variados contextos – desde a intervenção terapêutica, a nível privado e institucional, aos seminários de formação clínica e aos grupos de investigação de metodologias de intervenção na área da Parentalidade (Grupo de Observação de Bebés de acordo com o Método Esther Bick; Seminários de Formação de acordo com o Método dos Touchpoints de Brazelton e colaboradores; Formação de psicoterapeutas na área da Parentalidade, integrada no Curso de Especialização em Psicoterapia, CEPSI; Serviço domiciliário da Maternidade Alfredo da Costa, criado a partir da necessidade de dar continuidade aos cuidados prestados a bebés em risco). E mais recentemente contamos com a parceria do Laboratório de Música e de Comunicação na Infância – LAMCI, do Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical – CESEM, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa – UNL, e da Companhia de Música Teatral, na pessoa da Dra. Helena Rodrigues.

Fomos colhendo os melhores frutos e semeando a terra com a esperança de novas colheitas. O paradigma relacional da complementaridade potencia o que há de único no ser humano: a sua criatividade e a sua capacidade de gerar afecto.
Esta necessidade de criar e de inovar na área da Parentalidade levou o nosso grupo de investigadores clínicos a procurar novos desafios de acção/intervenção e de investigação, complementares à intervenção psicoterapêutica. Privilegiamos a metodologia do brincar pela sua acção transformadora na qualidade das relações parentais e pelo potencial de investigação que suscita. Sob este prisma, temos como objectivo primordial a compreensão do desenvolvimento das competências relacionais do brincar durante a primeira e segunda infâncias, bem como a identificação dos processos que estão na base do brincar.
Designamos esta metodologia inovadora e criativa por “Momentos NIB – Nascer, Inovar e Brincar”.
Este modelo de intervenção clínico-pedagógica pode ser utilizado em diferentes contextos no quotidiano das relações familiares: desde os Workshops na Sala do Brincar (sede da nossa investigação), aos Workshops nas creches e jardins-de-infância.
A nossa teoria é aquela que construímos em conjunto com os outros, pais, educadores e crianças; o nosso método é o brincar (Momentos NIB), a nossa aprendizagem é pela vivência de experiências. Os nossos resultados são as transformações relacionais na vida dos “nossos parceiros”, pais e filhos e a nossa também. Acreditamos que é pela criação conjunta, na inovação de metodologias e na descoberta da brincadeira que os pais e filhos poderão encarar os desafios do crescimento como uma maneira de estar na vida ganhando com isso mais saúde e Momentos NIB!

Experimente um Momento NIB – trata-se da arte do encontro entre pais e filhos, estimulando vivências afectivas que geram e expandem competências relacionais, que se tornam mais espontâneas e criativas!


A fundadora e investigadora clínica responsável,

Lourdes Lourenço

A Equipa NIB